quinta-feira, 15 de maio de 2008

Internet no trabalho


Em plena era digital, onde temos internet até nos celulares, muitas empresas ainda enxergam com cautela o uso da internet em locais de trabalho. São ainda mais conservadoras quando se trata dos famosos programas de mensagens eletrônicas, baseadas no conceito de que as informações da organização bem como seu banco de dados podem ser expostos a riscos desnecessários, outro ponto é o que afirma que o uso destes programas pode colocar em risco a produtividade de cada funcionário sem falar no vício de linguagem que os mesmos podem trazer.


Estes discursos não estão errados, segundo Waldir Marcos Marassi da W/Brasil os funcionários podem com o uso destes passar a se dedicar mais a assuntos particulares, afirma ainda que não enxerga nenhum benefício no uso dos programas.


Por outro lado existe o discurso dos funcionários que se baseiam na ideia de que os programas agilizam as tarefas do dia-a-dia e que poderia inclusive reduzir custos com o telefone por exemplo.


Particularmente penso que um programa voltado para restritamente para comunicação interna poderia ser a solução para ambos, ou ainda em alguns casos um programa para tratar a comunicação com o cliente seria possivelmente um ótimo substituto para o telefone isso sem mencionar a redução de custos e desconforto do uso constante do telefone, alem de contar com recurso de imagem e som.

Está mais que provado que as empresas mais bem sucedidas são as que deixam seus funcionários mais à vontade, um exemplo é a Microsoft, Bill Gates Que acredita que seus funcionários tem melhores idéias quando estão mais livres no ambiente de trabalho.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Quanto você quer pagar pela TV?

No modelo pensado desde o inicio da TV previa-se um acordo que envolvia basicamente audiência, agência e marca, ou seja cobrava-se determinado valor para se vincular a marca ao programa com determinada audiência média, o consumidor assistia o programa e consumia os produtos anunciados, mesmo sem perceber direito o que estava fazendo.
Como a TV sempre nos deu a ideia de ser gratuita, de uns tempos pra cá o telespectador vem mudando o hábito e não mais aceitando os comerciais, assiste o que quer e quando vem os comerciais muda de canal, desafiando o contrato firmado entre a TV e a marca, com isso alguns programas tem anunciado dentro do proprio programa, o que irrita o telespectador, que não quer pagar pelo que assiste e acha isso normal, como se as emissoras não tivessem custos.

Como disse Davis da JWT "A habilidade de pensar estrategicamente e transformar problemas complexos em fórmulas simples e vendáveis é algo tão importante no mundo físico quanto no mundo digital." com novas midias como You Tube por exemplo vender televisão vai ficar cada vez mais difícil, talvez a TV digital esquente um pouco esta relação, mais temos a certeza que isso é por pouco tempo pois ultimamente só se tem valor o que é novo.

Portanto "Nós precisamos nos manter confiantes e criativos", bom pra quem gosta de desafio é um bom momento para se diversificar no meio Publicitário e de Relações Públicas.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O pesadelo das gigantes


Não é nenhuma novidade que duas marcas de motocicletas dominam o mercado brasileiro das 125cc a muitos anos, não é por acaso pois somente Yamaha e Honda produziam no Brasil as motos que representam economia e agilidade sobretudo para os motoboys.


Só que nos últimos dois anos o sono dessas gigantescas tem sido tirado pelas "calouras" que vem trazendo motos com muito mais conteúdo com preços muito mais acessíveis aos bolsos dos brasileiros, tudo começou quando a fábrica de amortecedores Cofap foi vendida por Abraham Kasinsky, então o empresário que sempre sonhou ter uma moto, montou sua própria fábrica, com motos bonitas baratas e com garantia esticada começou logo a competir no mercado, dai por diante vieram as outras, somente no ano de 2008 já chegaram umas três novas marcas ao mercado, a pergunta é até onde as gigantes pretendem ir sem trazer novidades e preços competitivos?

A Honda parece não ter muita preocupação com as emergentes pois ano após ano vem subindo seus preços confiando na sua tradição com os motoboys por exemplo, a Yamaha por outro lado alem de ter preços mais acessíveis vem trazendo ao mercado novidades como as supermothards e a injeção eletronica já nos modelos 250cc.´

É importante saber se realmente esta economia nos preços das calouras não vai sair caro mais tarde, conheça o produto que você está comprando, se possível converse com quem ja possui o bem, faça teste drive nas lojas e compare entre as marcas.

Uma certeza podemos ter, esta diversidade no mercado de motocicletas só beneficia a nós os consumidores, pois cria concorrência entre as marcas fazendo surgir produtos mais competitivos e com preços ainda mais acessíveis e termina com essa falta de tecnologia que vem se arrastando no setor, é difícil de acreditar que em 2008 ainda temos motos equipadas com carburador.


quinta-feira, 17 de abril de 2008

Nova MT-03


No final do ano passado a Yamaha lançou no mercado brasileiro sua primeira moto no estilo motard, a XTZ 125 X e nesse mês mais duas chegaram, tratam se da XTZ 250 X e da nova MT-03 esta ultima é uma 660cc que traz o design da roadster com a agilidade da supermotard.

A MT-03 por ser um produto único chama logo a atenção onde chega e surpreende quem tem a oportunidade de pilotar, detalhes como o amortecedor posicionado na horizontal fazendo uma ligação entre o chassi e a balança em alumínio, alem de ser inovador gera uma ciclistica avançada.

Comum em motos desse estilo o painel misto analógico/digital traz todas informações que o piloto precisa entre conta giros e marcadores de fácil leitura, num simples piscar de olhos pode-se ler todas as informações do mesmo.

Por ter recebido o mesmo motor da XT 660, pode ser fabricada no Brasil e ja está disponível nas principais capitais brasileiras em qualquer cor desde que seja preta, conta com um ano de garantia sem limite de quilometragem.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Querem um novo recorde!

Temos observado que constantemente a cidade de são Paulo mesmo com os rodízios tem dia a pós dia quebrado novos recordes de congestionamentos, os menos afetados são os motociclistas que trafegam nos "corredores" e conseguem ao mesmo tempo driblar o engarrafamento e ainda contribuem para diminuição do mesmo uma vez que escoando entre os veículos ocupam menos espaço.

Numa tentativa inusitada de tentar abaixar o numero de acidentes envolvendo os motociclistas o governo quer proibir que os mesmos passem entre os carros agilizando assim seu trajeto e diminuindo o transito nas grandes cidades brasileiras, o problema é que os motociclistas a comprar uma moto pensam exatamente nessa agilidade para facilitar seu dia a dia.

Medidas como estas nos fazem lembrar de leis mau sucedidas tomadas pelos governos como por exemplo a do kit de primeiros socorros que não colou e foi revogada, mais recente temos a dos selos nos capacetes que logo teve que ser retificada, decisões precipitadas tomadas por quem está nos escritórios do governo quase nunca são acertadas pois estes não conhecem a realidade do transito no seu cotidiano. imagine o transito de são paulo somado as motos uma vez que estas estarão não ao lado mas sim atras dos carros, querem mesmo um noro recorde!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Responsabilidade reconhecida


Em todo o Brasil já se nota que a industria está aquecida, as grandes empresas estão em continua expansão e para tentar driblar os impactos desse crescimento continuo, projetos de responsabilidade social e ambiental vem sendo desenvolvidos.

Quem aproveita melhor essa fase de crescimento são os profissionais que entendam e estejam engajados em projetos voltados a sustentabilidade esses profissionais tem muito mais chances de serem absorvidos pelo mercado. Com essa nova pegada, o setor industrial e que mais recruta pessoas que entendam de sustentabilidade.

Só pra se ter uma ideia no ano passado, 76% das empresas que fazem parte da CNI adotaram procedimentos gerênciais associados à gestão ambiental, só por aí da pra ter uma perspectiva do impacto gerado no mercado de trabalho no que diz respeito à importância de começarmos a nos preocupar em vincular ao nosso curriculum esses atributos pois está mais do que provado que a moda já pegou, foi assim com a terceirização, com a informática e será também com a responsabilidade socioambiental.

Mesmo pra quem já está trabalhando e não pretende deixar a empresa a especialização pode ser uma ótima opção ja que as empresas tendem a aproveitar os próprios funcionários antes de buscar o recrutamento de pessoas de fora, uma vez que a capacidade de transitar pelos departamentos e a boa relação com a diretoria é vista com bons olhos pois é essencial no processo de implantação de uma gestão sustentável.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

D.A.COM "Quem sabe faz a hora não espera acontecer"

Assim como a maioria das grandes conquistas humanas começaram com um sonho, o Diretório Académico de Comunicação Social (D.A.COM) também nasceu de um sonho, de um anseio por um diretório de estudantes que realmente represente nós do curso de Comunicação Social, observando que o Diretório Central dos Estudantes (D.C.E) não cumpria com esta representação resolvemos criar um diretório proprio para nosso curso.
Apartir de ideias simples mas com objetivos ambiciosos resolvemos lutar por nós mesmos e como diria Geraldo Vandré "Quem sabe faz a hora não espera acontecer, vem vamos embora que esperar não é saber" Nós vamos fazer nossas idéias virarem realidade, precisamos tão somente de nossa póopria vontade e de vosso apoio. Alunos de Comunicação Social, nós estamos chegando!

Fique atento o D.A será instituído em breve.


Giovani Rafael R de Carvalho
Coordenador/Fundador
D.A.COM